Recentemente, circulam nas redes sociais afirmações de que o formato do bumbum pode indicar níveis hormonais, como estrogênio e cortisol. No entanto, especialistas alertam que essa relação é infundada e que a única forma de verificar os níveis hormonais é por meio de exames de sangue.
O formato das nádegas é determinado principalmente pela genética, que influencia a estrutura esquelética, o tamanho e a disposição dos músculos, além da quantidade de gordura acumulada na região. As variações na forma da pelve, que incluem categorias como ginecóide e andróide, também desempenham um papel importante, mas não podem ser identificadas apenas pela aparência externa.
Mudanças no formato das nádegas podem ocorrer ao longo da vida, especialmente durante a menopausa, quando a distribuição de gordura no corpo muda devido à diminuição dos níveis de estrogênio. Contudo, essa alteração é um processo gradual e não resulta em mudanças drásticas de um dia para o outro.
Além disso, fatores como estresse e variações hormonais durante o ciclo menstrual podem influenciar a retenção de líquidos, mas não alteram a estrutura ou o formato das nádegas. A genética continua a ser o principal determinante da aparência dessa parte do corpo, e intervenções cirúrgicas são frequentemente necessárias para mudanças significativas.
Por fim, especialistas ressaltam que, embora os hormônios possam afetar a distribuição de gordura ao longo do tempo, a aparência do bumbum não é um indicador confiável da saúde hormonal, e a consulta médica é essencial para avaliações precisas.



